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Abade de jazente
POEMA DA MALTA DAS NAUS
Dos teus, ó Porto,
antigos horizontes
Apenas se descobrem os indícios
Porque até dos penhascos nos resquícios
Se estendem ruas, se sustentam pontes
Novos Cais, novas Praças,
novas Fontes
Torres, Templos, Palácios, Frontespícios,
Te dão tanta extensão que
os precipícios
Já são cidade e deixam de
ser montes
Cada vez cresces mais: Oh
sempre claro
Te assista o Céu, e tenha decretada
Duração que resista ao tempo
avaro
E será imortal, se
mensurada
A vires pelo nome de Preclaro
Teu fundador, segundo o Ilustre Almada
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