18.º PRESIDENTE

General Alberto de Andrade
e Silva
24 de Julho de 1973 a 25
de Abril de 1974
O general Alberto de Andrade e Silva frequentou
os Preparatórios para Engenharia Militar
na Universidade de Coimbra e, na Escola Militar,
o curso de Engenharia, que concluiu em 1931.
Oficial de Engenharia, prestou serviço
no Regimento de Sapadores Mineiros e no Batalhão
de Pontoneiros.
Em 1940 é admitido no Curso de Estado
- Maior e, no seu termo, mobilizado para os
Açores desempenha funções
de Estado Maior nos quartéis-generais
dos Açores, de S. Miguel e do Faial.
Ingressa então no Corpo de Estado
Maior.
Já Coronel, chefia a 1.ª Repartição
do Secretariado Geral da Defesa Nacional.
Comandou o Regimento de Artilharia Antiaérea
Fixa e, de 1963 a 1965, é Comandante
Chefe das Forças Armadas de Operações
de Angola; em seguida, vai comandar a Academia
Militar.
Antes da mobilização para Angola,
era General Director do Instituto de Altos
Estudos Militares.
Foi Adido Militar da Embaixada de Portugal
em Paris e representante de Portugal em vários
organismos da NATO.
Membro das Delegações Portuguesas
às Conferências dos Estados
Maiores Peninsulares, assume a sua presidência
em 1958.
Nomeado Subchefe do Estado Maior do
Exército e Director do Serviço
Histórico -Militar, desempenha mais
tarde a função de Vice - Chefe
do Estado Maior e, em 1969, atinge
a posição mais elevada na hierarquia
do Exército, como General Chefe do
Estado Maior do Exército.
Transitando para a situação
de reserva em 1971, é então
Presidente do Conselho Superior de Disciplina
do Exército.
Transitando para a situação
de Reserva em 1971, é então
Presidente do Conselho Superior de Disciplina
do Exército.
Em 1973, faz parte do Governo, como Ministro
do Exército.
Em funções de magistério
militar, nas quais se distingue pela sua preparação,
competência, interesse pelo ensino e
capacidade de direcção, foi
professor na Escola Central de Sargentos,
na Escola do Exército e no Instituto
de Altos Estudos Militares (Cursos de Promoção
a Oficial Superior, de que veio a ser Director,
e Curso de Altos Comandos).
Publicou os livros «Comando»,
«A Batalha de Aljubarrota», «Conferências
sobre Ética Militar» e «Teatros
de Operações de Portugal».
Foi Procurador à Câmara Corporativa,
em representação do Exército.
Da sua folha de serviços constam 20
louvores, em que são referidas as invulgares
qualidades, consagradas incondicionalmente
ao serviço da Instituição
Militar. No último louvor, quando passou
à situação de reserva
e, portanto, deixava o cargo de Chefe do Estado
Maior do Exército, que exercera
» com o maior interesse , aprumo e distinção»,
o Ministro do Exército refere «as
importantes funções exercidas»,
quer no Comando superior de tropas em operações,
quer na direcção dos mais importantes
Estabelecimentos de Ensino Militar, quer como
representação do nosso País
no estrangeiro», e conclui afirmando
que «A carreira militar do General Andrade
e Silva é um exemplo a seguir, e de
tal se dá público testemunho.
O General Andrade e Silva possuía numerosas
condecorações nacionais e estrangeiros,
desde a Medalha de Ouro de Serviços
Distintos a várias Grã
Cruzes de Ordens Militares. De todas sobressai,
porém, o grau de Comendador da Ordem
Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade
e Mérito, conferida pela sua acção
de Comando em Campanha.
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