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Livros
Por um Portugal dos Portugueses

Por um Portugal dos Portugueses
Paulo Vallada

O Portugal dos portugueses tem um espaço, uma língua, uma hereditariedade – celta, visigótica, árabe, judaica – projecto português, atlântico, universalista e humanista.
Se o testemunho de todos nós for um material útil à reflexão comum, primeiro, e mais tarde padrão de referência para as próximas gerações, estará dado um passo importante para Portugal dos Portugueses. Eis a razão desta conferência e da obra publicada.

O Palácio da Independência

O Palácio da Independência
Jorge Pereira de Sampaio

O Palácio da Independência, monumento consagrado pela história não só como solar duma ilustre família mas principalmente como local onde os Conjurados de 1640 fizeram as últimas e decisivas reuniões, encontra-se situado no Largo de S. Domingos, em Lisboa.
Esta obra, belamente encadernada e ilustrada, conta a história do Palácio Almada e descreve a sua arquitectura com minúcia e segurança. Ficamos assim conhecendo o passado do edifício, a sua evolução, o seu significado histórico, que não se confina em aí se terem reunido os Conjurados.
Estamos perante uma monografia cujo interesse olisiponense é evidente.

Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Adaptação – Renovação – Afirmação Açoriana no Sul do Brasil

Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Adaptação – Renovação – Afirmação Açoriana no Sul do Brasil
Manuel Caçoilo Fidalgo

O tema desta obra e o contributo que ela traz para que melhor se conheça e mais se difunda a ligação especial que os açoreanos têm com o Brasil e o papel pioneiro e fundamental que lhes cabe no desenvolvimento dos dois estados mais austrais daquele imenso território.
O Dr. Caçoilo Fidalgo conseguiu, nestas poucas dezenas de pági-nas, deixar-nos os traços essenciais do que foi, a partir de meados do sécu-lo XVIII, o quadro da emigração, "comandada", por uma visão superior dos interesses do Estado, de portugueses idos dos Açores rumo ao sul des-povoado e agreste, a um Brasil ainda por definir e em despique constante com o territó-rio espanhol da futura Argentina que queria que fossem suas as duas mar-gens do rio da Prata. E, depois dessa gesta inicial, do que foi esse sucessi-vo fluxo de famílias açorianas que se adaptam, que chamam parentes seus e que, com a versatilidade característica do português, permanecendo fieis aos seus hábitos e valores, souberam adaptar-se ao ambiente físico e hu-mano que foram encontrar e àquele que foram construindo em parceria com os ameríndios ali residentes e com as posteriores vagas de emigran-tes, sobretudo alemães e italianos.
Este livro presta um bom serviço à cultura portuguesa e chama mais uma vez a atenção para o importante papel dos Açores e dos seus corajosos habitantes no afirmar e no expandir da identidade portuguesa dentro e fora das suas fronteiras.

A Essência e o Destino de Portugal

A Essência e o Destino de Portugal
Joaquim Veríssimo Serrão

A essência e o destino de Portugal pode constituir, mais do que um campo de leitura, uma base de reflexão para fortalecer a consciência euro-ultramarina do homem português. O autor desejaria sobretudo que o livro viesse a ser uma tribuna de combate e um farol de esperança. No primeiro caso, para não permitir que vozes tendênciais ponham de novo em causa as nobres tradições do passado nacional. No segundo caso, para se manter o orgulho de ser português, em especial no coração da juventude a quem incumbe a tarefa de continuar Portugal.
Reúnem-se neste volume 30 conferências, palestras e orações que o autor proferiu em diversos actos solenes.

Oito Séculos de Portugal na Cultura Europeia

Oito Séculos de Portugal na Cultura Europeia
Ana Maria Homem de Mello

O nosso temperamento adequou-se à importância geopolítica e geostratégica da localização de Portugal como posto fronteiriço privilegiado do continente europeu. Privilegiado, a par-tir sobretudo da ascensão do poder islâmico e da sua tentativa de envolvimento com o Ocidente cristão. Logo, portanto, nos contactos e lutas de África com a Europa e depois na ligação desta ao Novo Mundo. E isto abarca toda a existência de Portugal.
Explica-se, assim, porque, ao longo dos séculos, foi tão activa a dupla corrente de portugueses rumo ao interior da Eu-ropa e de gentes de além-Pirinéus até nós.
Nesta dupla corrente, encontramos príncipes, guerreiros, san-tos, cientistas, diplomatas, comerciantes e figuras gradas da cul-tura - sinal bem claro da multiplicidade dos fios de que se tecia essa dupla ligação.
No presente trabalho, a autora reuniu uma série de textos que elaborou para exemplificar um dos sentidos desta corrente: os por-tugueses que demandaram a Europa, desde o século XII até aos nossos dias.

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